Serena Williams tem eliminação melancólica em Roland Garros

Serena Williams passou mais de um ano afastadas das quadras por conta da gravidez que trouxe ao mundo sua primeira e até aqui única filha, Olympia. A norte-americana de 37 anos voltou ao circuito no segundo semestre do ano passado e parecia que iria retomar a sua carreira justamente do mesmo ponto onde havia deixado: conquistando títulos.

Serena conseguiu ficar com o vice-campeonato tanto em Wimbledon quanto no US Open e parecia que teria uma grande temporada neste ano de 2019 após ter uma pré-temporada realmente estruturada, mas até aqui a tenista vem perdendo a batalha para o seu próprio corpo e sofrendo uma série de contusões que estão atrapalhando o seu desempenho dentro de quadra.

O primeiro grande desafio de Serena Williams neste ano foi o Australian Open, e já no primeiro Grand Slam da temporada Serena sofreu uma torção no tornozelo que a atrapalhou bastante na partida contra Karolina Pliskova, fazendo a ex-campeã sofrer uma virada que até então parecia improvável.

No Premier de Indian Wells Serena Williams chegou com grandes expectativas mas desta vez foi uma virose que tirou a norte-americana de combate. A temporada continua e com ela continuam os problemas: no Premier de Miami uma lesão séria no joelho afastou Serena de quadra por dois meses.

Na última semana no Premier de Roma a tenista tentou voltar a jogar em grande nível mas acabou sentindo novamente o joelho e foi obrigada a abandonar o torneio antes da partida contra a sua irmã Venus Williams.

Em Roland Garros parecia que os problemas tinham sido superados com duas boas vitórias nas duas primeiras rodadas, mas o joelho voltou a incomodar Serena Williams e em uma terceira rodada completamente inesperada acabou sendo superada pela russa naturalizada norte-americana Sofia Kenin de apenas 20 anos por 2 sets a 0.

Segundo Patrick Mouratoglou, técnico de Serena Williams, sua jogadora está jogando no limite da dor e terá que se superar antes de voltar ao circuito no final do mês para o torneio de Wimbledon. Nas quadras inglesas a dona de 23 títulos de Grand Slam terá a chance de tentar o título e igualar o recorde histórico de Margaret Court, a maior campeã de torneios deste nível na história do tênis.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *